22 de novembro de 2007

1/100

dos 100 filmes mais importantes de toda a filmografia mundial eu assisti só 11...
dos 100 livros mais importantes da literatura mundial eu li só 1 e estou, por coincidência lendo mais 1...
pessoa inculta...
ai que vergonha!
o pior é ter uns 50 deles na prateleira de casa esperando alguém para folheá-los...

11 de novembro de 2007

dançar dançar dançar...

tókio... les voisins...
lilly... (ela tava assim como a foto)

árvore bixiguenta...(rsrs)

luzes da raiz... (eu e ju posando de fantasmas)

2 de novembro de 2007

arrumando...

a casa, os papéis, as fotos, as idéias, os pensamentos, os sentimentos e tudo o mais...
está tudo muito desorganizado...

mas antes preciso arrumar o tempo.

1 de novembro de 2007

a natureza das coisas...

(texto: tito sanchez/ foto: lu andrade)

É engraçado como nessa nossa vida tudo que fazemos, planejamos e vivemos é embasado em teorias, explicações, fundamentos, razões, fins e meios.

Logo pela manhã com a “agenda” lotada, (e ainda assim tentando espremer um novo compromisso aqui, aquele check-up que já faz algum tempo que vem prometendo pra si mesmo ali), já sabemos o que vamos comer desde o desjejum, até aquele snack entre as reuniões e os clientes mais chatos.

Um pouco antes da hora do almoço, aquele post-it e o novíssimo computador 2 chips que você tem, que faz tudo menos o seu trabalho que empilha cada vez mais em cima da mesa, não deixam lhe esquecer de ligar para o banco, checar a conta, pagar a prestação do carro, e o boleto da água, luz e gás. Afinal de contas, por mais que passe a maior parte do dia e da noite no trabalho, vai saber quando aparece uma visita em casa, precisa servir bem, fazer um café, esquentar alguma coisa.

Na parte da tarde, senhor da situação, já cumprida várias tarefas, delegado algumas outras e sobrevivido a inúmeras reuniões sem sentido, toca no seu celular aquele seu colega da pós lembrando que o trabalho é pra amanhã e você lembra que ficou olhando para ele o fim de semana inteiro, lembrando de como era boa a infância, lembranças essas que fazem você lembrar do seu amor de infância, que lembrou de você outro dia e queria lembrar com você, juntos, os velhos tempos...lembrar, lembrar, lembrar...relembrar é viver...você não tocou no trabalho e lembra que precisa de nota, ou seja, não vai poder ir ao tal encontro. Muito menos à academia, que ingressara nem há 1 mês, porque o verão tá aí, e sabe como que é né, praia, sungas, biquínis, corpos a mostra (ninguém é de ferro!!!), e não passou perto da porta do estabelecimento.

Findado o dia, bate aquela sensação de missão cumprida (ou quase) e o que mais você merece é o sono dos justos. Esse é obviamente, a descrição de um dia com tudo nos “conforme”. Tudo muito bem pensado e racionalizado. Alguns acertos no percurso, mas dando tudo, teoricamente, certo.

Mas não é assim. Prefiro não pensar assim também. Ou pelo menos desisti de tal. Não por causa do dia-a-dia, problemas corriqueiros, acontecimentos externos. Mas sim acontecimentos internos. Gosto de chamar assim. Ou fenômenos internos. Amigo meu, um dia, me definiu com a palavra bolôlô. Não conseguiu me explicar a palavra em si, citou situações que pra mim já bastaram. Gosto de explicar baseando-me na natureza. É como o dia ou a noite. Simplesmente chegam. O Homem tenta controlar, aprisionar o tempo, mas lá está outro dia e logo vem outra noite. Assim como a chuva. Ela cai. Sem controle. E lava e leva tudo que cruza em seu caminho. Assim como as 4 estações. O mar também é um outro grande exemplo. Não se importa com quem navega sobre ele. Regido por suas marés, suas ondas são “incontroláveis” por nós seres humanos. E assim são nossas emoções, sentimentos, humores. Vêm numa enxurrada que varre e nos inunda. Somos levados a uma trilha que nos obrigada a segui-la. Rege nossas atitudes e instintos primeiros.

Como aquela luz que entra rasgando a sala de casa. Ou no quarto mais enclausurado que existe. Ela sempre acha uma fresta onde mostra sua cara. A sua força.

antes idiota que infeliz

'vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida'.
arnaldo jabor (eu acho!)